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Epilepsia & Tratamentos Naturais

Epilepsia, em tratamento convencional, 40% dos pacientes que tem não se tornam livres de crises e mostram resistência aos seus antiepilépticos. A boa notícia, é que o tratamento alternativo, aliado ao diagnóstico complementar e avaliação energética sozinho ou junto ao convencional, possibilita tratar a epilepsia, além de criar menos resistência ao tratamento.


Epilepsia e seus subtipos :

Primeiramente, tônico clônicas, ou generalizadas, são caracterizadas por espasmos e ou rigidez de todo o corpo, enquanto que em crises de ausência, o indivíduo pode parecer como que olhando para o espaço, isto é, com ausência da consciência.


Mas, na epilepsia generalizada: Todas as áreas do cérebro estão envolvidas em uma crise generalizada. E a pessoa pode endurecer e depois então ter movimentos rítmicos dos braços e pernas.


Epilepsia com crises parciais ou focais: somente parte do cérebro está envolvida e dependendo da parte do cérebro acometida, ocorrem manifestações locais correspondentes. A pessoa pode parecer não estar respirando e realmente fica azul.


Isto ainda pode ser seguido por um período de profunda respiração com retorno à consciência gradual e a pessoa pode também perder urina.

Na maior parte das vezes não se detecta um fator causal visível, da epilepsia, pela tomografia, ou mesmo pela RNM, por isso que a avaliação energética é fundamental, pois podemos saber quais fatores causais estão de fato provocando o quadro, apesar de muitas vezes não haver indícios laboratoriais para tanto... Graças a avaliação pelo EEG, ou Eletroencefalograma, é possível muitas vezes detectar a localização da origem da epilepsia, mas não a causa. Quando as crises de epilepsia são parciais em geral indicam a presença de algum fator mecânico atuando no local, como: - efeito pós-trauma, e ou - tumor, e ou - parasita alojado localmente. Ao contrário, quando a convulsão é tônico-clônica, ou generalizada prenuncia alguma: - predisposição biomolecular e ou ainda, a presença de algum - microagente infectante que se instalou dentro das células, entre outros.

Na epilepsia complexa parcial, por outro lado, pode haver deslocamento da consciência, mas sem acometimento motor. O uso de álcool em adultos e a febre em crianças são ambos fatores frequentemente relacionados às convulsões

Terapia com Suplementos:


Sempre indicados de acordo com a clínica e exames complementares e ainda corroborados pela avaliação energética. Aqui apenas alguns exemplos: - Ácido Fólico 100 a 800 mcg e ou - Ômega 3 1.000 a 4.000 mg e ou - GABA 20 a 200mg ao dia, estes três como principais e ou - Vit. E 90 a 180 UI e ou - Theanine 100 a 300 mg e ou - Ác. alfa lipóico e ou - Betaína e ou - TGCM e ou - Óleo de peixe e ou - Vit. D3 e ou K2 e ou - Rosmarinus of. e finalmente - Copaíba apesar desta ordem somente a análise poderá individualizar o tratamento.

Tratamentos Complementares:

Existem inúmeros relatos clínicos e dados científicos de melhora da evolução da Epilepsia, através da associação da homeopatia e ou acupuntura, devendo ser usadas somente sob a supervisão, e/ou consulta de um profissional de saúde qualificado. Homeopatias: - Cuprum e ou - hyosciamus e ou - muscaricus agaricus e ou - stramonium e ou - silicea e ou - Causticum entre outros Mas, a fórmula certa é aquela individualizada na consulta.

Claro que essas e demais possibilidades devem antes ser checadas através de dados clínicos, anamnese completa, além de exames complementares, podendo incluir o diagnóstico complementar e avaliação energética, para termos certeza das melhores opções terapêuticas. Assim como em qualquer doença crônica vale a pena lembrar a importância de cuidarmos do Sono, da Alimentação, da Atividade Física, dos Fatores pH, do Eixo e mesmo da Sexualidade. Como, onde, quando e porque, tire suas dúvidas conosco, ZAP 11 95321-1835


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