A Prática Ortomolecular foi inserida no meio médico através de uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) com o intuito de regulamentar a “Terapia Ortomolecular”, tendo sido estabelecido que é uma Prática Médica pela Lei nº1.500/98.

Esta prática baseia-se em vários estudos graças à moderna Bioquímica aplicada com análise molecular. Várias são suas aplicações, entre elas:

  1. Análise da composição bioquímica, energética e funcional;
  2. Detalhamento das relações entre os elementos sanguíneos e seus componentes energéticos e funcionais
    , por exemplo revertendo condições que predispõem às inflamações;
  3. Suplementação de amino-ácidos;
  4. Suplementações de eletrólitos (sais minerais vitalizantes), aumentando a resistência do organismo;
  5. Vitaminas: Entre outras, sabe-se atualmente que as vitaminas D3 e K2 desempenham múltiplas funções, incluindo a sexualidade. Já a vitamina C em doses de 500mg ao dia, ou mais, pode ter um devastador efeito oxidativo;
  6. Macronutrientes, para regular o melhor aproveitamento energético, sendo fundamental manter as condições intestinais, para evitar a  disbiose-intestinal”>disbiose;
  7. Amino-ácidos com papel fundamental em várias funções incluindo impotência, frigidez e sexualidade em geral;
  8. Regulação hormonal, fundamental para evitar o envelhecimento precoce;
  9. Regulação Glicêmico-calórica global, considerando entre outros as condições da dinâmica intestinale hepática;
  10. Ação deglicante: Substâncias glicantes estão entre as que mais contribuem ao envelhecimento celular;
  11. Correção do estresse oxidativo, onde milhões de células são danificadas e perdem sua função em casos mais graves;
  12. Correções do meio para evitar infecções através da regularização do pH, e condutividade elétrica entre outros, além da disbios intestinal;
  13. Desintoxicações de metais e outras substâncias tóxicas que contribuem inclusive para quadros neuro-psíquicos como ansiedade, http://www.criesaude.com/2011/12/depressao-e-homeopatia/”>depressão, Alzheimer, epilepsias entre outros;
  14. Melhoria das condições circulatórias, em casos de aterosclerose, que contribui às doenças degenerativas em geral;
  15. Contribui ao melhor desempenho genético, dando-se o nome de Epigenética às melhorias além do patrimônio genético através das correções energéticas e bioquímicas, fundamental para doenças mentais;
  16. Uso de agentes deglicantes que previnem o envelhecimento celular prematuro;
  17. Melhoria das condições metabólicas em geral .

Quais fatores contribuem ao estresse oxidativo?

A qualidade do sono, tipo de alimentação, hábitos de vida, estado emocional, história familiar de doenças de predisposição genética são fatores que contribuem ao estresse oxidativo, e sem essa avaliação os resultados deste tipo de tratamento podem ser comprometidos. A suplementação balanceada e individualizada de vitaminas, minerais, proteínas, gorduras, fibras e carboidratos é que vão dar a consolidação do terreno biológico de cada um, corrigindo não só o estresse oxidativo, mas também seu pH, seu nível de hidratação e outros fatores que repercutem diretamente na organização molecular, entre outros fatores.

Reposição hormonal

Reposição hormonal

Uma vasta base de dados e evidências dá suporte e valida o seu emprego em indivíduos com deficiências ou alterações. Preferencialmente os bioidênticos, mas também a melatonina pode em condições específicas ser recomendada,como em certos casos de insônia.