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Arquivo do mês: abril 2012

Fibromialgia & Fadiga crônica: qual infecção seria o elo perdido?

Por vivermos numa sociedade afastada do contato com a Natureza e seu poder curador e submetermo-nos a um estilo de vida estressante, com tensões cumulativas e com perigo de desenvolver infecções crônicas, novas doenças vem surgindo em nosso meio, como Síndrome da Fadiga Crônica (CFS) e fibromialgia, que são condições semelhantes e com longas listas de sintomas e tratamentos em comum. 

Apenas reconhecido pelo CID desde 1988, CFS, agora chamado de Síndrome da Disfunção da Fadiga Crônica e Imune (SDFCI), é caracterizada pelos seguintes fatores:

Fadiga extrema
Dores musculares e articulares e dores
A fraqueza muscular
Dores de cabeça crônicas
Glândulas inchadas, indicando infecção  Febres periódicas e calafrios
Garganta inflamada
Dormência e formigamento das extremidades
Incapacidade de lidar com todo o stress
Disfunção cognitiva
Insônia

Em 1990 o Colégio Americano de Reumatologia estabeleceu critérios diagnósticos para a fibromialgia, que incluíram fadiga incapacitante, dores musculares e articulares, nevralgias, transtornos do sono, ansiedade, depressão, confusão e problemas digestivos.

Os que sofrem fadiga crônica queixam-se de:
Fadiga incapacitante experimentada como uma exaustão profunda e resistência extremamente pobre.
A grande diferença é que na fadiga crônica há Fadiga profunda que dura mais de 24 horas após o exercício e
Prejuízo da memória de curto prazo ou de concentração e
Garganta inflamada

Medidas gerais: 

Suplementos para problemas digestivos e náuseas que muitas vezes acompanham SDFCI, incluindo os probióticos, enzimas digestivas e gengibre

Suplementos para depressão e ansiedade, incluindo erva de São João, triptofano e 5-HTP

Suplementos para dores musculares e articulares, incluindo maleato de magnésio.

Aconselhamento, para ajudar a desenvolver habilidades de enfrentamento necessárias para viver com uma doença debilitante crônica (sem exageros sendo esta a habilidade mais difícil de adquirir)

Exercícios suaves (yoga é ótimo!)

Dormir e descansar gestão (erva de São João, triptofano e 5-HTP também são muito úteis para o sono.
Para medidas eficazes ao sono sugiro a leitura de outro artigo meu: http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=29801

-MEDIDAS ESPECÍFICAS:
Por décadas, Dr. Crook trabalhou demonstrando haver conexão com candidíase sistêmica, apesar disto não ter tido apoio oficial.
Existem por outro lado autores que avaliaram laboratorialmente, constatando a presença de múltiplas infecções incluindo mycoplasma, em ambas as condições.

Em vista dos resultados com infecções em condições crônicas de modo geral, tenho detectado a participação de agentes infecciosos variados principalmente candidíase e mycoplasma, mas tendo ótima evolução através da associação por biorressonância e cinesiologia aplicada para administrar homeopatia, ervas, alimentos específicos, acupuntura sem agulhas e emissão de frequências.
Assim, obedecendo-se as leis de cura da homeopatia: etapa por etapa, até obtermos a cura, com desmame gradual de anti-inflamatórios que deveriam na realidade estar sendo evitados.

Claro que todas essas possibilidades devem antes ser checadas através de dados clínicos, anamnese completa, além de exames complementares, podendo incluir o eletro-escaneamento, microscopia e a biorressonância, para termos certeza das melhores opções terapêuticas. E também sem nos esquecermos dos fatores predisponentes, ou desencadeantes que levaram a este quadro clínico, o que pode requerer o acompanhamento de especialistas.

Referências:
1. Ja c k s o n JA , R i o rd a n H D , Fo g e r o n K ,
Hunninghake R: The nutrition evaluation
questionnaire as a diagnostic aid. J Orthomol
Med, 1998; 13(1): 28-30.
2. Not Well? Could it be Candida? Health Hunter
Newsletter, 1999; Richard Lewis, editor, 13:2.
3. Crook WG: The Yeast Connection. 3rd edition,
Jackson, TN, Professional Books, .
4. Peter S: Hidden dangers: an overview of food
allergies. Advance for Physicians Assistants,
1997; 5(12):46-47.
5. Jackson JA, Riordan HD, Neathery S, Guinn C: The
cytotoxic food sensitivity test – an important diagnostic tool. J Orthomol Med, 1995; 10(1): 60-61.
6. Jackson JA, Riordan HD, Neathery S: Comparison of the food cytotoxic sensitivity test to the
RAST/EAST test. Amer Clin Lab, 1991: 3:20-21.
7. M. Nasralla, J. Haier and G. L. Nicolson: Multiple Mycoplasmal Infections Detected in Blood of Patients with Chronic Fatigue Syndrome and/or Fibromyalgia Syndrome. EUROPEAN JOURNAL OF CLINICAL MICROBIOLOGY & INFECTIOUS DISEASES
Volume 18, Number 12 (1999), 859-865


EIS: Como prevenir-se das maiores armadilhas mortais à saúde em geral e Obesidade

Há sete números que você deve acompanhar se quiser monitorar sua saúde e cinco são determinados por exames de sangue simples, e os outros dois você pode determinar em casa.

“The Globe and Maili” recentemente publicou um artigo descrevendo “os 5 números de maior impacto na sua saúde.”

Estes são muito mais importantes do que seguir o seu colesterol total, pressão arterial, ou IMC:

1. A insulina em jejum 2. Colesterol / HDL 3. Percentual de Gordura Corporal 4. A ferritina sérica 5. Relação cintura / quadril 6. Nível de ácido úrico 7. Vitamina D

1. Nível de insulina em jejum

Seu nível de insulina em jejum reflete parcialmente o quão saudável os seus níveis de glicose no sangue estão. ao longo do tempo, pois pode ocorrer aumentos agudos de glicemia e insulinemia. Glicemia cronicamente elevada leva à resistência à insulina e inúmeras doenças crônicas. Glicemia elevada e resistência à insulina são hoje epidemias. Uma em cada quatro americanos ou são resistentes à insulina ou diabéticos.

Se o nível de insulina for maior do que 3 a 5, a forma mais eficaz para otimizar é reduzir ou eliminar todas as formas de açúcar dietético, particularmente frutose.

2. O mito do Colesterol
Pelos estudos do Dr. Ancel Keys de 1953, justificou-se uma abordagem dietética de baixa gordura para alcançar a saúde. Este estudo resultou no fato do colesterol ter sido acusado injustamente de quase todos os casos de doença cardíaca nos últimos 20 anos. Mas, a maior parte da ciência recente credível pôs por terra a teoria de Keys, mas o mito do colesterol persiste teimosamente por ter sido enraizado em nossa cultura ocidental.

Sabemos agora que seu corpo realmente necessita de colesterol para produzir vitamina D da luz solar, para sintetizar os hormônios sexuais, e para bom funcionamento do cérebro.

3. Percentual de gordura corporal

Há uma forte correlação entre a gordura corporal mais elevado e os resultados negativos para a saúde, tais como doença cardíaca e derrame. Além disso, um aumento de órgão ou tecido adiposo abdominal, em particular (uma “barriga da cerveja”) tem sido demonstrado ser mais fortemente associada com a doença de coração e uma variedade de doenças crônicas do que apenas o peso em relação à altura.

Todos esses parâmetros são estabelecidos através do sistema EIS, que realizo logo na primeira consulta, sua metodologia se baseia na análise de impedância bioelétrica, na oximetria, na biorressonância bi e tetrapolar.

4. A ferritina sérica

Você provavelmente já sabe que o ferro é um nutriente importante para o seu corpo. Mas você pode não estar ciente de que o ferro é uma espada de dois gumes, tanto demais, quanto pouco podem levar a problemas de saúde..

É vital compreender que cerca de um em cada cinco homens e mulheres na pós-menopausa os níveis de ferro ficam demasiadamente elevados e realmente causam doenças e morte prematura.

5. Cintura-quadril

Há evidencias científicas de que o IMC (índice de massa corporal) seja uma medida falha quando se trata de prever o risco de morte por doença cardíaca. Já o tamanho da cintura fornece um ponto de referência muito mais preciso para prever seu risco de morte por um ataque cardíaco e de outras causas mórbidas.

6. Nível de ácido úrico

Você sabia que o ácido úrico pode servir como um marcador para a toxicidade frutose?
Quando consumida em excesso, a frutose é muito desgastante aos processos metabólicos do seu corpo. Um dos subprodutos do metabolismo da frutose é o ácido úrico, assim quando você consumir muito açúcar, particularmente concentrada em frutose, os níveis de ácido úrico podem aumentar.

7. Nível de vitamina D

Em torno de 85 por cento dos norte-americanos são deficientes em vitamina D, incluindo mais de 95 por cento de todos os idosos.
Vitamina D influencia cerca de 3.000 dos 30.000 genes em seu corpo, é por isso que está envolvido com a expressão de muitas doenças, desde câncer, autismo a doenças cardíacas e artrite reumatóide, só para citar alguns. A 25-hidroxivitamina D é o melhor indicador de estado geral de vitamina D.

Claro que todas essas possibilidades devem antes ser checadas através de dados clínicos, anamnese completa, além de exames complementares, podendo incluir o eletro-escaneamento, microscopia e a biorressonância, para termos certeza das melhores opções terapêuticas. E também sem nos esquecermos dos fatores predisponentes, ou desencadeantes que levaram a este quadro clínico, o que pode requerer o acompanhamento de especialistas.

Referências:
i Globe and Mail January 5, 2012
ii American Council on Exercise
iii Amazon.com, EatSmart Precision GetFit Digital Body Fat Scale w/ 400 lb. Capacity & Auto Recognition Technology
iv J Am CollCardiol May 10, 2011

Source: The Globe and Mail January 5, 2012

www.criesaude.com

Psiquismo nosso de cada dia

Cada vez mais nos deparamos com esta condição de abandono da nossa luta interna, para nos rendermos ao prazer imediato.

Somos levados pelos ditames sociais que estão cadavez mais afastados da realidade das leis universais. Passamos a seguir a moda, mas esquecemos de seguir a realidade da nossa conquista interna.

Acreditamos que nos conhecemos, mas na realidade não sabemos quem somos. Passamos então a explorar o meio externo, por acreditar que aí estaria a solução, para a conquista definitiva da felicidade.

Sabemos que nossa disposição interna é regida pela nossa energia interna, mas esta energia necessita estar associada às informações que carregamos internamente tanto pelo labo material-genético, quanto pelo lado intuitivo-espiritual, mas no mundo em que vivemos, como resultado das disposições atuais, acomodamos muitas vezes no imediatismo.

Ao nos depararmos com nossas disposições internas vemos o quanto nos distanciamos do nosso eixo em função de nossas metas circunstanciais.

Vamos ressignificar, então em prol de objetivos maiores?

Que tal contemplar a natureza para ver o que ela nos traz?

Ao darmos trégua a nós mesmos, não significa que fraquejamos, ao contrário, estamos dando a oportunidade de nos reconciliarmos interiormente… ·.


 

Exemplos de Infecções Crônicas diagnosticadas e tratadas na Clínicadas com o auxílio do BDORT

                                                                

Exemplos de tratamentos:

Infecções crônicas aliadas a biorressonância usando ervas, homeopatia, acupuntura sem agulhas etc.

- Um cliente veio com quadro de pneumonia:
estava em tratamento com antibióticios, mas não estava evoluindo bem. Ao realizar a biorressonância constatei a presença de yersínia, uma bactéria que acomete o trato respiratório. Parou com os antibióticos, recebeu tratamento com homeopatia e ervas e no mesmo dia já não tinha mais os sintomas, tendo ocorrido a cura em uma semana. 

- Uma mulher de 45anos,  com infecção urinária crônica:
Ela havia experimentado diversos tipos de antibióticos sem obter a cura de seu processo.             Ao realizar exame de urina, bacterioscópico, foi constatado a presença de um agente altamente resistente a diversos antibióticos: Klebsiella pneumoniae, envolvido em infecções hospitalares.
 Realizei o teste por biorresssonância e constatei que ela respondia muito bem a associação de 2 ervas que puderam ser dadas em forma homeopática:
-Taraxacum officinali e Thuya occidentalis ambos na potência de 6 ch

Existem várias mudanças que ocorrem com agentes contaminantes e com o sistema de defesa da pessoa ao realizarmos o tratamento com ervas, homeopatia e outros orientados pela biorressonância:                                                                       - Ao nível imunológico observa-se que o sistema faz-se reprogramar ordenando as moléculas defensoras como IgG e IgM, a terem uma confuguração específica para combater o agente infeccioso

- O agente infectante acaba morrendo por: aumento de circulação e oxigenação local, paralisação parcial de suas atividades internas e outros.

Ambos efeitos, como a morte do agente infeccioso, assim como o reprogramar imunológico, ocorrem também em função das ervas dadas, uma vez que os agentes indicados tinham especificidade para a infecção, assim como para a pessoa que tomou 

Os resultados podem ser vistos no mesmo dia da administração da homeopatia e ervas.

 Assim como estes casos, tenho tido a experiência de tratar inúmeros outros casos de infecções crônicas atuando desta forma: confirmando o agente causal, encontrado o melhor tratamento e tudo isso orientado pela biorressonância.

A biorressonância por BDORT foi confirmada como sendo um meio complementar ao diagnóstico, na medida em há teste laboratoriais demonstrando sua eficácia tanto ao diagnóstico causal, como no acompanhamento do tratamento.

Com relação ao tratamento de câncer e outras doenças crônicas, observamos que sempre há alguma participação direta, ou indireta, parcial, ou total de algum agente infeccioso.

Uma vez detectada a infecção, o tratamento responsivo de acordo com a frequência da pessoa naquele momento, faz restabelecer a imunidade e debelar o agente local.

O importante é entendermos que uma vez detectada(s) a(s) substância(s) correta(s),  sua ação ocorrerá ao longo de um mês e meio a um mês, obedecendo as leis de cura da homeopatia, estabelecidos por Hering:

  • Dos órgãos mais nobres aos menos nobres
  • De cima para baixo
  • De dentro para fora
  • Na ordem inversa de aparecimento dos sintomas, isto é pode haver um ressurgimento parcial, leve e passageiro de sintomas. 

Portanto, a proposta de tratamento muda radicalmente a cada um mês em média.

Referências:

http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2010/01/09/The-Absolute-Best-Muscle-Testing-System-I-Know-of.aspx

Obesidade e Epigenética: Seus hábitos são mais importantes que seus genes!

O risco de se tornar obeso é 2,5 vezes maior para aqueles que têm cópias duplas 

dos genes FTO, que atuam no hipotálamo. No entanto, uma dieta boa, ou exercícios neutralizam os efeitos nocivos deste gene. A boa notícia é que agora estamos começando a ver mais pesquisas suportando a noção que você não é uma vítima de sua composição genética.   
Disse o pesquisador Emily Sonestedt: 

“O estilo de vida é mais importante que o fator genético “ 

Dois anos atrás, um estudo de Nova Zelândia também desafiou o mito de que a obesidade é causada por “genes ruins”, o importante é a boa nutrição na infância. 

Você também precisa estar ciente de que medicamentos podem também ter impacto na sua expressão genética, geralmente para pior. 

É importante compreender que comer gordura, em geral, não vai fazer você virar gorda. 

 Mas, enquanto algumas pessoas podem realmente beneficiar de uma dieta de baixa gordura, outros não. Muitos estudos têm mostrado que dietas de poucos carboidratos são mais eficientes para perda de peso

No entanto, seu corpo deve queimar todo o açúcar disponível antes, para então, haver a queima de gordura.  

Segundo o Dr. Ron Rosedale, 

“As pessoas engordam não tanto porque eles comem gordura, mas porque os seus corpos se esqueceram de como queimá-lo, e por causa da comunicação hormonal pobre.” 

Seu apetite é em grande parte regida pelo hormônio leptina. 

Como a leptina regula o Peso? 

A leptina possui funções metabólicas importantes como: secreção de insulina pelo pâncreas, produção de glicose hepática, captação de glicose pelo músculo, além de ser sacietógeno e informar a quantia de energia armazenada na forma de gordura. 

Mas, por comermos açúcares em excesso, transformamos o excesso de açúcar em gordura, isso leva a uma variedade de problemas, pois seu corpo “esquece” como queimar gordura corretamente. 

A solução não é uma dieta de baixa gordura, mas sim evitar carboidratos simples e comer mais gorduras saudáveis. 

Quanto e que tipo de gordura que você deve comer? 

Isto é altamente individual. Todos nós precisamos de um pouco de gordura, mas alguns de nós precisamos para cima de 50 por cento de nossa dieta em forma de gordura, enquanto outros precisam de tão pouco quanto 10 por cento. 

De grande importância, independentemente do seu tipo nutricional, é se concentrar em gorduras saudáveis, como:

  • Azeite de oliva
  • grass-fed, ou carnes verdes, peixes com omega-3
  • Nozes e sementes
  • Óleo de coco
  • Abacates
  • As gorduras de fontes altamente refinadas, como óleos vegetais e gorduras trans, devem ser evitados.

Um dos melhores benefícios de aprender o sobre aspectos qualitativos da sua dieta, através do teste de avaliação inicial na clínica, é que você não precisa se preocupar com a contagem de calorias ou gramas de gordura. Em vez disso você se aprende a comer a proporção certa de carboidratos, gorduras e proteínas, além de saber quais alimentos combinam mais.

É uma maneira muito mais natural e intuitiva de comer!

E também exercícios são fundamentais. Os dois caminham lado a lado.

Se você estiver com sobrepeso, você precisará de pelo menos 30 minutos de exercício por dia para experimentar os benefícios da perda de peso. Grandes estudos mostraram que 60 minutos por dia é melhor, ou ainda uma hora e meia de exercício leve ao dia!

Em se tratando de exercícios intensos devem ser divididas com intervalos curtos entre eles para a eficácia máxima.

Claro que todas essas possibilidades devem antes ser checadas através de dados clínicos, anamnese completa, além de exames complementares, podendo incluir o eletro-escaneamento, microscopia e a biorressonância, para termos certeza das melhores opções terapêuticas. E também sem nos esquecermos dos fatores predisponentes, ou desencadeantes que levaram a este quadro clínico, o que pode requerer o acompanhamento de especialistas.


Fontes:
- Science Daily September 11, 2009
- American Journal of Clinical Nutrition September 2, 2009.                                        
  Nature 463, 596-597 (2010)                                                                                                                     - Nature 467, 646 (2010)