CrieSaúde
Emagrecimento saudável com Terapia para Tratamento Ortomolecular, Homeopatia, Acupuntura e Fitoterapia
Tratamento da Obesidade pela Ortomolecular
Na Prática Ortomolecular são propostas técnicas, para:
- Reduzir a ansiedade
Melhorar as condições de assimilação de nutrientes e eliminação correta dos restos alimentares - Manter a massa magra (ósteo-muscular)
- Orientar a dieta com aporte correto de calorias.
Aqui exemplifico apenas algumas possibilidades, para haver certeza, somente é possível através da consulta, onde são verificadas as demais possibilidades e a melhor conduta :
. SE HOUVER DIFICULDADE DE PERDER PESO O QUE PODE ESTAR FALTANDO SÃO: ácidos graxos essenciais , vitaminas, ou minerais essenciais.
PRESENTES EM: semente de linhaça, cenoura, salmão, ou suplementos sob orientação (tanto para alimentos, ou suplementos verifico inicialmente pelo sistema EIS, complemento a resposta pela biorressonância, ou BDORT)
SE HOUVER RETENÇÃO DE LÍQUIDOS O QUE PODE ESTAR OCORRENDO: um desequilíbrio entre o potássio, fósforo e sódio.
PRESENTES EM: Azeitonas, pêssego, ameixa, figo, amêndoas, nozes, acelga, coentro , sementes de linhaça, ou suplementos sob orientação. (tanto para alimentos, ou suplementos. verifico inicialmente pelo sistema EIS, complemento a resposta pela biorressonância, ou BDORT)
SE HOUVER COMPULSÃO A DOCES
O QUE PODE ESTAR FALTANDO: cromo, ou moléculas orgânicas que estimulam o pâncreas PRESENTES EM: cereais integrais, nozes, centeio, banana, espinafre, cenoura , ou suplementos sob orientação. (Tanto para alimentos, ou suplementos verifico inicialmente pelo sistema EIS, complemento a resposta pela biorressonância, ou BDORT)
SE HOUVER DESCONFORTO INTESTINAL, GASES, INCHAÇO ABDOMINAL
O QUE PODE ESTAR FALTANDO: lactobacilos, ou regular a flora intestinal PRESENTES EM: coalhada, iogurte, missô, natô, ou fitoterápicos, ou suplementos. (Tanto para alimentos, ou suplementos verifico inicialmente pelo sistema EIS, complemento a resposta pela biorressonância, ou BDORT)
SE HOUVER FRAQUEZA, INDISPOSIÇÃO, MAL ESTAR
O QUE PODE ESTAR FALTANDO: vitaminas A, C, E e B12, tratar algum quadro clínico, ou sub-clínico. PRESENTES EM: verduras, frutas, germe de trigo, alfafa, ou suplementos sob orientação. (Tanto para alimentos, ou suplementos verifico inicialmente pelo sistema EIS, complemento a resposta pela biorressonância, ou BDORT)
SE HOUVER COLESTEROL E TRIGLICERÍDEOS ALTOS
O QUE PODE ESTAR FALTANDO: Ômegas 3 e 6, outros suplementos, ou regular órgãos internos como o fígado e/ou intestinos PRESENTES EM: sardinha, salmão, abacate, azeite extra-virgem, ou suplementos sob orientação. (Tanto para alimentos, ou suplementos verifico inicialmente pelo sistema EIS, complemento a resposta pela biorressonância, ou BDORT)
Estresse: um desequilíbrio do sistema nervoso autônomo que pode levar a infecções, com avaliação via EIS.
Estresse é uma resposta do organismo frente a uma situação de perigo, ou seja, o organismo faz uma adaptação a determinados estressores.

O sistema nervoso autônomo (SNA) tem um papel importante na mediação das alterações cardiovasculares provocadas pelo estresse. O estresse se faz presente em todas as reações do organismo desencadeadas por agressões de ordem física, infecciosa e emocional (1).
O estresse também pode ser visto como algo saudável e necessário, por exemplo, se tem um leão solto à sua frente, sua freqüência cardíaca ira aumentar, pupila dilatar e seu organismo liberará uma enorme quantidade de adrenalina, sendo assim, o mais provável é que você tenha medo do leão e corra para não virar a próxima refeição da fera. Numa situação como esta, podemos ver o sistema nervoso autônomo simpático em ação. A principal função do sistema nervoso autônomo é manter a homeostase no repouso e em situações de estresse. O Sistema Nervoso Autônomo se subdivide em dois: sistema simpático e o sistema parassimpático, que em geral atuam de forma antagônica, mas não independente, colaborando e trabalhando harmonicamente na coordenação da atividade visceral. O sistema simpático mobiliza energia para atividades repentinas, o sistema parassimpático contribui mais para restabelecer as reservas.
O Sistema Nervoso parassimpático estimula atividades relaxantes como a diminuição da frequência cardíaca, pressão arterial, contração das pupilas, etc. Já o Sistema Nervoso simpático atua instintivamente com funções inconscientes como a produção de saliva, batimentos cardíacos, concentração de glicose no sangue, etc.
O hipotálamo recebe os estressores sensoriais por meio dos nervos, porém a, estimulação excessiva dos nervos, como no caso de medo e ansiedade constantes faz com que o cérebro e o corpo se sobrecarreguem, sendo assim o mais provável é que se tenha o surgimento de doenças e perda da qualidade de vida.
O estresse é dividido em 4 fases: Alerta, Resistência, Quase-Exaustão e Exaustão.
(1) Alerta: é a fase positiva, onde a descarga de adrenalina torna o indivíduo mais produtivo, motivado, atento.
(2) Resistência: o indivíduo parece se sentir bem, porém aumenta a produção de cortisol e a vulnerabilidade a vírus e bactérias, permanece na fase de alerta na tentativa de restabelecer a homeostase.
(3) Quase-exaustão: com muito esforço o indivíduo consegue pensar equilibradamente, apresenta desconforto físico e mental e podem surgir doenças como diabetes, hipertensão, gastrite e herpes simples.
(4) Exaustão: Desequilíbrio interior, depressão, diminuição da produtividade. O indivíduo apresenta apatia, irritabilidade, angustia, perda do senso do humor, diarréias frequentes, dificuldades sexuais, formigamentos nas extremidades, insônia, tique nervoso, ulcera, pesadelos, hipertensão arterial confirmada, crises alérgicas, mudança extrema de apetite e taquicardia.
De acordo com David Holland, MD, diretor de comunicação médica MediaTrition:”Há todo um novo campo chamado” psiconeuroimunologia “que estuda os efeitos do estresse psicológico sobre o sistema imunológico. Cientistas nesta área têm demonstrado alterações na função normal de células imunes em animais durante os períodos de stress.Estresse físico excessivo também muda o nosso perfil de célula imunológica.
Aumento infecções do trato respiratório ocorrer em atletas em overtraining, e uma diminuição da imunidade mediada por células tem sido demonstrada em atletas.Sem um funcionamento adequado do sistema imunológico, nossos corpos são vulneráveis à invasão de germes oportunistas, tais como fungos, vírus e bactérias. Ao tomar um antimicrobiano como o alho, alguns cientistas têm sido capazes de evitar a supressão imunológica em ratos estressados, psicologicamente.
“Não é prático para aconselhar as pessoas a evitar o stress porque – vamos enfrentá-lo – todos nós temos isso. O que é prático, no entanto, é enfatizar a importância de lidar com estresse antes que ele toma um pedágio em sua saúde. Parece que o stress prejudica o sistema imunológico, o que permite que as infecções subjacentes para causar danos.Há evidências crescentes de que a maioria das doenças têm um componente infeccioso.
Tal é o caso com a maioria das doenças auto-imunes como a artrite reumatóide (AR), que – como a maioria de todas as outras doenças – é resultado de coisas que acontecem, ou com mais freqüência, coisas que permitem deixar acontecer para nós, como a sobrecarga de estresse .Eu tenho tratado com sucesso milhares de pacientes com AR com o protocolo de antibiótico que eu refinados do Dr. Brown. Sua suspeita era de que micoplasmas contribuiuam significativamente para a doença e foi ajudado com usando antibióticos e assim muitas dezenas de milhares de pacientes foram melhorando com esta terapia, e eu tenho observado que ele funciona muito melhor quando se está seguindo um plano de nutrição segundo a biorressonância.
“A melhor maneira de prevenir doenças relacionadas ao estresse é fazer atividade física adequada, alimentação equilibrada, reserva de tempo para lazer, e o equilíbrio bioquímico e hormonal do corpo e da mente.
O coração é um órgão relativamente autônomo, ele pulsa por si só. Está em condições de bater sem a intervenção do sistema nervoso. No entanto, ao coração chegam nervos que provêm do nervo vago e do sistema simpático. Estes nervos regulam as batidas cardíacas: o simpático o acelera, enquanto o vago o torna vagaroso.
Atualmente, os mais conceituados centros de saúde possuem um equipamento não invasivo, indolor, de alta tecnologia, inteligência artificial, eficaz, capaz de fazer a avaliação quantitativa do SNA simpático e parassimpático, de forma precisa com base na variabilidade de freqüência cardíaca (VFC) de análise. Esse sistema se chama EIS (Eletro Escaneamento Intersticial). A partir da VFC no SNA simpático ou parassimpático, pode-se diagnosticar a real fase de estresse e providenciar medidas para se reverter esse quadro, evitar o surgimento de novas doenças, melhorar a desempenho de atividade física, diminuição de medicamentos em excesso, além de detectar doenças que afetam o sistema nervoso autônomo, como a Diabetes e o Parkinson, causadas pelo distúrbio autonômico, contribuindo assim para o bem estar e qualidade de vida.
Resumo laudo da avaliação do sistema nervoso autonômico e variabilidade cardíaca com o sistema EIS:
Ritmo Cardíaco e Saúde Humana:
O coração humano é uma bomba bioelétrica de quatro cavidades que bate a um ritmo que muda constantemente. Essa variabilidade do ritmo cardíaco é uma qualidade adaptativa em um corpo saudável. Por variabilidade nós queremos dizer mudanças no intervalo ou distância entre um batimento do coração e o próximo medido em milissegundos (DelPozo, et al.,2004). O intervalo entre batimentos (IBI) é o tempo entre
uma onda R (ou batimento ) e o próximo em milissegundos. O IBI é altamente variável dentro de qualquer período de tempo. Múltiplos ritmos biológicos se sobrepõem para produzir um padrão de resultante de variabilidade. Variações de IBI, ou HRV, são relevantes para funções físicas, emocionais e mentais.
Conforme os seres humanos envelhecem ou adoecem, a variabilidade total do ritmo cardíaco se reduz, e o risco de doenças e morte aumenta. Exercícios regulares aumentam a variabilidade do ritmo cardíaco. O estudo científico da HRV é relativamente recente e apenas nos últimos dez anos se tornou possível treinar pessoas para mudar a HRV através do Biofeedback.
Diversos achados clínicos mostram a importância da variabilidade cardíaca: mudanças nos ritmos do coração ocorrem antes de um feto entrar em distress e variabilidade reduzida está relacionada à morte súbita infantil. Uma baixa HRV prevê um maior risco de outros sintomas cardíacos e morte após um ataque cardíaco (Kleiger, et al., 1987). Depressão clínica também diminui a HRV e aumenta o risco de doenças coronarianas (Carney , et al., 2001) . A HRV hoje é vista como uma ferramenta de prognóstico e marcador de morbidade e mortalidade.
Equilíbrio Autonômico
A freqüência na qual o coração bate é governada por dois marca-passos internos, os nodos sinoatrial (SA) e atrioventricular (AV), que são os responsáveis pelos ritmos cardíacos. O nodo sinoatrial emite um sinal elétrico que inicia cada ciclo da ação de bombeamento do coração. Este sinal passa pelo nodo atrioventricular que espalha a corrente elétrica pelos ventrículos.
O sistema nervoso autônomo (SNA) governa muitas das funções internas do corpo através dos marca-passos. O ramo simpático do SNA ativa ou aumenta a ação do coração, enquanto o ramo parassimpático atua como um freio, tornando-a mais lenta. O nervo vago desempenha um papel importante nessa ação frenadora parassimpática. O equilíbrio entre esses sistemas de aceleração e freio produz uma oscilação contínua, um aumento e uma diminuição ordenadas da freqüência cardíaca. O treinamento por meio de HRV biofeedback não parece apenas aumentar a dominância do sistema nervoso simpático ou parassimpático, na verdade ele exercita o equilíbrio entre os dois. Uma variedade de fatores, incluindo a respiração, sensores de pressão (barorreceptores) arteriais, a regulação térmica do corpo e pensamentos ansiosos, aumentam ritmos específicos na atividade cardíaca. O processo global da função cardíaca é o produto final de todos esses sub-ritmos.
Pesquisas Sobre HRV
A pesquisa sobre HRV remonta nos Estados Unidos à pesquisa nas décadas de 1960 e 1970 de John e Beatrice Lacey (Lacey,1967; Lacey & Lacey, 1964,1978), que sugeriu que mudanças na função cardiovascular facilitava ou inibia o processamento cortical. O seu artigo clássico de 1978 sugeriu uma “comunicação em via dupla entre o coração e o cérebro”. Eles demonstraram, por exemplo, que quanto maior a desaceleração cardíaca, ais rápido o tempo de reação de um indivíduo. A desaceleração cardíaca coincide com uma fase de atenção e preparação para a ação. Esta perspectiva foi aplicada por Carlsted na performance atlética (2001).
Um segundo ramo da pesquisa aplicada sobre HRV aponta para pesquisadores russos que treinaram indivíduos para aumentar a sua HRV através de uma combinação de biofeedback e treinamento respiratório, produzindo uma diminuição nos sintomas de asma e outras desordens mediadas pelo sistema nervoso autônomo (Lehrer, Vaschillo & Vaschillo, in press). Foi principalmente este segundo ramo da pesquisa russa que desencadeou o interesse atual nas aplicações clínicas do HRV biofeedback em disfunções médicas e psicológicas.
HRV Biofeedback
Biofeedback de variabilidade de ritmo cardíaco, ou HRV biofeedback, é uma técnica relativamente nova utilizada para treinar pessoas para mudar a variabilidade e a dominância de ritmos cardíacos. Pesquisas estão sendo conduzidas em diversos locais com a aplicação de HRV biofeedback em situações médicas e psiquiátricas como distúrbios de ansiedade e raiva, asma, problemas cardiovasculares, síndrome do intestino irritável, fadiga crônica, dor crônica, fibromialgia, etc.
Relatórios iniciais de casos e pesquisas em pequena escala têm aumentado a expectativa de que o HRV biofeedback possa ajudar pacientes com todos esses problemas (Bhat & Bhat, 1999; Gevirtz, 2000, 2003; Herbs, Gevirtz & Jacobs, 1994. Del Pozo & Gevirtz, 2003).
Alguns estudos recentes mais rigorosos estão fortalecendo essa expectativa sobre o HRV biofeedback. Por exemplo, Lehrer e colaboradores publicaram recentemente um artigo na revista Chest descrevendo uma moderação substancial dos sintomas da asma usando um protocolo que inclui HRV biofeedback com ou sem o treino de respiração diafragmática (Lehrer, et al., 2004). Da mesma forma, Giardino, Chan e Borson (2003) combinaram HRV biofeedback com um exercício guiado por feedback de oximetria de pulso em pacientes com doença obstrutiva pulmonar crônica e relataram uma melhora significativa na distância andada em seis minutos e na qualidade de vida medida por um questionário sobre respiração. Melhoras significativas foram vistas também nos ortadores de deficiências e de dispnéia.
Além disso, Del Pozo, et al. (2004) aplicaram HRV biofeedback em pacientes com doenças coronarianas e demonstraram um aumento significativo na variabilidade de ritmo cardíaco (medido pelo índice SDNN). Este resultado sugere que o HRV biofeedback é uma ferramenta promissora no aumento das taxas de sobrevivência de pacientes que sofrem de doenças coronarianas.
Critério de Treinamento para HRV Biofeedback
Pesquisas e relatos clínicos freqüentemente se referem a oferecer treinamento por HRV biofeedback a um grupo de sujeitos sem especificar que respostas específicas o biofeedback está monitorando ou reforçando. Outros relatam fazer treino de RSA, o que pode ter uma gama de significados, desde treinar o paciente para criar gráficos de curvas paralelos para respiração e freqüência cardíaca até treinar o paciente a aumentar a amplitude da curva do gráfico. A seguir descreveremos várias estratégias de treino complementares, cada uma das quais pode efetivamente ser usada para aumentar a variabilidade cardíaca de modo a melhorar a saúde. Os atuais sistemas de biofeedback com interfaces computadorizadas podem ser programados para guiar o paciente em cada uma das estratégias de treino descritas aqui.
Aumento da Variabilidade da Freqüência Cardíaca
Uma das medidas da HRV é a diferença entre a freqüência cardíaca mais alta e a mais baixa em um ciclo cardíaco. Pessoas na casa dos vinte anos frequentemente mostram uma variação de cinco a dez pontos entre o ponto máximo e o mínimo de sua freqüência cardíaca. Pessoas com mais de cinqüenta anos freqüentemente mostram uma variação de três a cinco pontos. Indivíduos fisicamente mais ativos geralmente têm uma variação maior que os menos ativos. O HRV biofeedback permite que as pessoas aumentem essa variabilidade, às vezes produzindo variações de 50 batidas por minuto durante o treino. O treinamento por HRV biofeedback pode ter seu foco em aumentar o índice de HR max – HR min. (Objetivo 1: Aumentar HR Max – HR Min).
SDNN
Outro índice de HRV amplamente utilizado em pesquisa médica é o desvio padrão do intervalo N a N (SDNN). O intervalo N a N é o intervalo de batimento a batimento normalizado. O SDNN é o desvio padrão desses intervalos, uma medida de quão variáveis esses intervalos são e é medido em milissegundos (ms). O paciente de HRV biofeedback pode também ser diretamente reforçado por um aumento do SDNN. (objetivo 2: Aumentar o SDNN).
Direcionamento de Ritmos Cardíacos
Uma técnica estatística chamada análise espectral nos permite ver os ritmos que compõem o ritmo global da atividade cardíaca. HRV biofeedback utiliza a análise espectral para treinar aumentos em ritmos específicos.
As mudanças cardíacas são controladas por diversos fatores biológicos, cada um produzindo mudanças em intervalos de tempo diferentes. Estatisticamente, tais mudanças podem ser separadas como ondas de freqüências diversas. ATask Force of the European Society of Cardiology and the North American Society of Pacing and Electrophysiology(1996) estabeleceu padrões para categorizar esses intervalos de freqüências:
Freqüência alta (HF): 0.15 a 0.40 Hz
Freqüência Baixa (LF): 0.04 a 0.15 Hz
Fr. Muito Baixa (VLF) : 0.0033 a 0.04 Hz
Fr.Ultra Baixa (ULF): <0.0033 Hz (além da capacidade de medição atual do biofeedback)
Pesquisas psicofisiológicas sugerem que esses intervalos de freqüência refletem as seguintes influências biológicas:
HF: Trajetos parassimpáticos, influência da respiração nas freqüências normais no tônus vagal.
LF: Influência dos ritmos de pressão arterial ( pelo s barorreceptores ) nos ritmos cardíacos. ( Meditação e respiração lenta aumentam esse intervalo).
VLF: Ativação simpática, ou mais provavelmente a retirada do freio parassimpático, Também reflete influência de regulação visceral e térmica. Preocupação aumenta esse intervalo.
ULF: Influências biológicas de ação mais lenta.
O treino por biofeedback pode ter seu foco em aumentar a quantidade de HRV em um intervalo de freqüência específico. Até o momento o ideal parece ser aumentar a quantidade de variação cardíaca no intervalo de LF. O psicólogo russo Evgeny Vaschillow sugere a hipótese de que há uma freqüência ressonante inerente a cada organismo que é ideal para a saúde. Para a maioria das pessoas, tal freqüência ressonante envolve a dominância de variações cardíacas no intervalo de LF por volta de 0.1Hz. HRV biofeedback pode, portanto, guiar o cliente para um direcionamento da HRV global para o intervalo LF. (Objetivo 3: Aumentar o percentual de variação cardíaca global no intervalo de LF).
A freqüência de 0.1Hz é produzida mais freqüentemente por pessoas com um estado mental relaxado, positivas emocionalmente, respirando diafragmaticamente a uma freqüência de 5 a 7 respirações por minuto. A respiração relaxada a uma freqüência de 6 respirações por minuto produz um pico de HRV a 0.1Hz. É importante lembrar que um décimo de um hertz é igual a um décimo de um ciclo por segundo, portanto, 0.1Hz é matematicamente igual a seis ciclos por minuto. As outras medidas de HRV também tendem a se elevar quando a mudança de ritmos cardíacos é dominada por ritmos no intervalo de baixa freqüência. A amplitude de variação é maior, porque os efeitos dos barorreceptores na freqüência cardíaca somam-se aos efeitos da respiração lenta. Portanto, HRV biofeedback pode reforçar a respiração na freqüência de 5 a 7 respirações por minuto, bem como a produção de um pico dominante de HRV em 0.1Hz. (Objetivo 4: Respirar a uma freqüência de 5 a 7 respirações por minuto e produzir um pico dominante de HRV em 0.1Hz).
Ferramentas para a modificação:
Respiração diafragmática: Uma gama de estratégias são úteis quando uma pessoa quer controlar HRV. Em primeiro lugar, a respiração diafragmática é uma ferramenta crítica para o aumento da HRV e para a criação de um ritmo cardíaco coerente. Na respiração diafragmática, o indivíduo respira profunda e calmamente, de forma a encher os pulmões utilizando-se para isso dos músculos diafragmáticos. Com cada respiração deve-se encher os pulmões completamente, mas sem esforço e então esvazia-los completa e calmamente. A respiração deve continuar constante e calma a uma freqüência de cerca de seis respirações por minuto. Os efeitos calmantes da respiração lenta e profunda já são conhecidos há muito tempo pelas escolas de meditação e yoga. A medicina tradicional chinesa percebeu há muito o relacionamento recíproco entre a respiração regular e o estado mental do indivíduo “… a tranqüilidade da mente regula a respiração naturalmente e, em retorno, a respiração regulada traz naturalmente concentração à mente.” (Perguntas e Respostas de Meisha, Yue Yanggui, citado por Xiangcai, 2000, p.7).
Relaxamento e Meditação: É útil relaxar fisicamente e mentalmente, desfazendo-se de pensamentos ansiosos, emoções perturbadoras e tensões musculares. Uma variedade de técnicas de relaxamento são úteis, incluindo o relaxamento muscular progressivo, treinamento autogênico e técnicas de visualização (Lehrer & Carrington, 2003). Técnicas de meditação também são úteis para aumentar a capacidade individual de aquietar e focalizar a mente (Baer, 2003; Carrington, 1993), já que pensamentos preocupantes produzem mais ativação simpática e interferem negativamente nos esforços para atingir a freqüência ressonante.
Cultivo de Emoções Positivas: Também é útil cultivar emoções positivas e que nos fazem sentir bem, como calor humano, carinho, amor, que parecem ajudar a pessoa a entrar na freqüência ressonante (Bhat & Bhat, 1999). Por exemplo, imaginar alguém como Madre Tereza cuidando de uma criança doente cria uma sensação de calor humano para a maioria das pessoas que tende a aumentar a coerência de ritmos cardíacos. Em contraste, emoções negativas como raiva e amargura diminuem a coerência dos ritmos cardíacos e bloqueiam a freqüência ressonante. Um gráfico acompanhando a freqüência cardíaca mostra um padrão irregular durante momentos de raiva. Durante um momento de emoção positiva observa-se um gráfico de curvas regulares com aumento da amplitude. Uma análise espectral da freqüência cardíaca mostra uma diferença significativa nos ritmos cardíacos durante emoções positivas e durante emoções negativas. Durante emoções positivas, a maior parte da atividade global encontra-se no intervalo de baixa freqüência e há um pico de HRV em 0.1Hz, o que corresponde a um processo de respiração lento, regular e relaxado a uma freqüência de cerca de seis respirações por minuto.
Tanto a pesquisa como a experiência clínica demonstram o impacto prejudicial de emoções negativas na saúde cardíaca, Ironson, et al. (1992) afirma que lembrar de momentos de raiva diminui a fração de ejeção do coração e Boltwood, et al. (1993) mostra que lembrar de momentos de raiva produz espasmos nas artérias obstruídas pela aterosclerose. O Heart Math Institute, na Califórnia, promoveu o treinamento de emoções positivas como uma ferramenta básica para a saúde e bem-estar e como um passo na direção do controle ideal da HRV (Childre & McCraty, 2001 ; McCraty, Atkinson & Tiller, 1995). No mesmo sentido, MacLean (2004) argumenta que o treinamento de ritmos cardíacos pode transformar uma pessoa nas emoções, relacionamento e percepção em direção a viver e amar de forma mais aberta. Nesse sentido, HRV biofeedback representa uma ferramenta para transformação pessoal e não apenas para a resolução de problemas médicos.
Sumário
Respiração diafragmática, relaxamento, meditação, cultivo de emoções positivas e HRV biofeedback são técnicas relacionadas que podem ser úteis na melhora da saúde cardíaca bem como no bem-estar geral. Tanto as pesquisas iniciais feitas pelos laceys, como os trabalhos mais recentes conduzidos no Heart Math Institute mostram que mudanças na HRV estão ligadas a transformações em pensamentos e emoções. Pesquisa recente sugere que o HRV biofeedback tem um papel positivo no tratamento de ansiedade, asma, doença crônica pulmonar obstrutiva, intestino irritável e outros problemas mediados pelo sistema nervoso autônomo. Várias estratégias de treinamento podem ser efetivas no treinamento de indivíduos para aumentar a HRV e os sistemas de biofeedback modernos com interface computadorizada podem ser programados para recompensar cada um dos critérios de treinamento.
Claro que todas essas possibilidades devem antes ser checadas através de dados clínicos, anamnese completa, além de exames complementares, podendo incluir o eletro-escaneamento, microscopia e a biorressonância, para termos certeza das melhores opções terapêuticas. E também sem nos esquecermos dos fatores predisponentes, ou desencadeantes que levaram a este quadro clínico, o que pode requerer o acompanhamento de especialistas.
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Vitaminas e Minerais suas funções no Organismo
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Vitamina “A” , o que sua falta provoca?
Um dos principais sintomas da carência dessa vitamina é a dificuldade em enxergar à noite. Ela ainda faz bem para pele, gengiva e cabelo.
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Vitaminas do complexo B, o que sua falta provoca?
Cansaço, fraqueza e fadiga; Isso porque todas as vitaminas desse complexo agem nas reações que transformam os alimentos em energia para o organismo.
Onde encontro? Alimentos específicos de acordo com o quadro clínico e resposta do organismos com exames complementares.
- E a vitamina C, o que sua falta provoca? Enfraquecimento do sistema imunológico, já que a C aumenta as defesas do organismo contra vírus e bactérias. Também pode haver sangramento na gengiva e no nariz.
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E a vitamina D, o que sua falta provoca? Osteoporose, mal de Alzheimer, desequilíbrio hormonal e diminuição das defesas imunológicas. pois colabora na absorção do cálcio que vai para os ossos. Também preserva a saúde do cérebro, por ser antioxidante. Colabora na manutenção e formação hormonal. Aumenta a produção da imunidade humoral, sendo útil também em certos tumores também por modular a atuação do cálcio.
- E a vitamina E, o que sua falta provoca? Envelhecimento precoce, porque tem ação antioxidante, que impede a ação dos radicais livres, que destroem as células, atua especificamente na pele, mamas, próstata e gônadas.
- E a vitamina K, o que sua falta provoca?
Hemorragias, por ser uma vitamina vital no processo de coagulação do sangue. A carência dela também pode provocar osteoporose. A Vitamina K2 tem atuação similar à vitamina D, isto é, com múltiplas funções.
MINERAIS
São elementos inorgânicos necessários ao organismo, para atuar como catalisadores nas reações bioquímicas. Assim como as vitaminas, funcionam como coenzimas (catalisadores) possibilitando que o corpo realize rápida e precisamente suas atividades. São necessárias à composição adequada dos fluidos corporais, formação do sangue e ossos e manutenção da saúde do sistema nervoso.
Macrominerais:
- Cálcio
- Fósforo
- Sódio
- Potássio
- Magnésio.
- Cloro.
- Enxofre.
FÓSFORO: Apesar de ser encontrado abundantemente nos alimentos em geral, a deficiência de ânions fosfato no sangue pode levar a certo tipo de estado depressivo, pois se concentra ao nível do cérebro.
MAGNÉSIO: Age sobre o sistema nervoso central e o sistema nervoso simpático e também sobre o aparelho muscular. O Mg intervém diretamente na luta contra certos germes infecciosos, em particular o colibacilo e o estafilococo, sobre os quais exerce uma ação lítica; finalmente, em certos casos, ele pode ser indicado nas dores de neurite, nas colites e nas insuficiências hepáticas funcionais.
Dificulta a formação de cálculos renais Em grande quantidade é laxante Promove o relaxamento muscular em repouso Sua deficiência causa insônia, nervosismo, depressão, fraqueza muscular. No meio extracelular das células nervosas, o cálcio faz o papel de estimulador enquanto o magnésio, o de relaxador.
Sódio – Seu excesso pode causar inchaço, pressão alta, falta de potássio, problemas renais e cardíacos. Está presente em todos os alimentos. Uma colherzinha de chá de sal de cozinha (cloreto de sódio) contém 2 gramas de sódio. Recomenda-se para quem não tem problema de hipertensão + ou – 3 gramas por dia .
Potássio – Participa da contração muscular, condução nervosa, batimentos cardíacos, produção de energia e síntese de proteínas. Alimentos ricos em potássio combatem a pressão alta. Melhora o desempenho de atletas. O potássio trabalha com o magnésio como um relaxante muscular em oposição ao cálcio que causa a irritação e contração muscular. O potássio extracelular afeta os músculos estriados e pode causar paralisia quando em excesso.
Cálcio – Importante para condução de estímulos nervosos Contração dos músculos Controle da frequência cardíaca Em excesso pode provocar cálculos renais ou piorar a tensão pré-menstrual . Café e comidas muito salgadas aumentam a perda de cálcio pela urina . pelo decréscimo da secreção gástrica de ácido clorídrico .
Enxofre - É componente das vitaminas do complexo B. Fundamental nos processos anti-infecciosos, bactericida, fundamental nos processos de redução, contrapondo-se a ação oxidante.
Oligoelementos Outros são indispensáveis para o organismo, porém em quantidades bem menores – os oligoelementos – Somente poucos miligramas ou traços são necessários diariamente. São também conhecidos como “elementos traço”:
- Cobalto
- Cobre
- Cromo
- Ferro
- Flúor
- Iodo
- Manganês
- Molibdênio
- Selênio
- Silício
- Vanádio
- Zinco
. MANGANÊS: Atua mais nos estados alérgicos, em casos específicos de artrose, na fadiga habitual e certas disfunções da tireóide. Importante eliminador de Radicais Livres. Sua deficiência está relacionada com a fragilidade dos ossos, problemas cardíacos, arritmias cardíacas, diminuição da produção de insulina.
· COBRE Sua intervenção catalítica sobre o organismo é indispensável para a fixação do ferro nos glóbulos vermelhos do sangue, donde sua utilidade em caso de anemias e astenias: porém, suas maiores propriedades são a luta contra as inflamações e as infecções. Associado ao manganês, reforça a ação deste nos estados alérgicos e nos reumatismos inflamatórios, regularizando e estimulando a ação das cápsulas supra-renais: sua prescrição permite ao organismo formar anticorpos e antitoxinas microbianas.
· COBALTO Esse elemento desempenha uma função importante no metabolismo dos hidratos de carbono e desenvolve um efeito de vasodilatação sobre o sistema arterial, age, portanto, como hipotensor. Além do mais, por sua intervenção reguladora sobre o sistema nervoso simpático, é indicado em todos os tipos de manifestações próprias da disfunção do simpático. Associado ao manganês, será prescrito na diátese neuroartrítica ou em caso de distúrbios circulatórios periféricos ou coronários. Esse complexo é, pois, indicado para as cãibras, para o problema de peso nas pernas que se sucede ou não às flebites, assim como para as varizes ou úlceras varicosas.
Ferro - É o mineral mais importante no processo de produção de energia no organismo. Enzimas ricas em ferro participam do processo de queima de açúcar. Alimentos ricos em ferro: melado, ovos, vísceras, frango, germe de trigo, fígado. Fósforo - Participa da produção e armazenamento de energia , transmissão de informações biológicas, contração cardíaca. Em atletas aumenta a resistência e combate a fadiga.
Cobre - Também faz parte da hemoglobina (responsável pelo transporte de oxigênio no organismo). Em excesso estimula o efeito dos Radicais Livres podendo induzir o câncer.
Zinco - Principal protetor de sistema de defesa do organismo. Com a idade o zinco vai diminuindo. Aumenta a potencia sexual masculina e a libido (desejo sexual). Participa da formação da insulina.
Boro - É importante para a prevenção e tratamento da osteoporose na menopausa. Auxilia o desenvolvimento da musculatura. Parece ser útil na artrite. Cromo - É considerado o mineral-traço (ou oligoelemento) mais importante para evitar a intolerância à glicose (hipoglicemia, hiperglicemia ou diabetes).
Selênio - Sua deficiência pode levar à: catarata, distrofia muscular, depressão, necrose de fígado, infertilidade, doenças cardíacas e câncer. É um excelente antioxidante.
Iodo - É o componente básico dos hormônios da tireóide. A deficiência de iodo no período fetal ou no recém-nascido pode causar cretinismo. A deficiência em crianças e adultos resulta em bócio (aumento da tireóide para poder compensar a falta de iodo). Em doses altas também é ruim, pois pode inibir o funcionamento dessa glândula, ou pode resultar em bócio tóxico (aumento da tireóide devido ao hipertireoidismo). Tem certa atuação antiviral.
Molibdênio - Participa na formação óssea. Crescimento e metabolismo. Excesso de molibdênio parece interferir com o metabolismo do cobre. Fontes: Grãos integrais, frutas e vegetais.
Cobalto - Componente da vitamina B12
Vanádio - Mineral que recentemente foi aceito como necessário ao ser humano, está envolvido com o metabolismo dos carboidratos, especialmente da glicose e certos lipídeos. Estudos demonstraram que a ausência do mineral na dieta provoca problemas com o crescimento e na reprodução.
Onde podemos podemos encontrar naturalmente estas vitaminas, minerais etc? Em alimentos específicos de acordo com o quadro clínico e resposta do organismo com exames complementares e demais dados, o que muda a cada 2 meses em média.
Hiperatividade e Atenção, distúrbios
O QUE É A HIPERATIVIDADE?
Embora a criança hiperativa tenha muitas vezes uma inteligência normal ou acima da média, o estado é caracterizado por problemas de aprendizado e comportamento. Os professores e pais da criança hiperativa devem saber lidar com a falta de atenção, impulsividade, instabilidade emocional e podem incluir problemas de linguagem, memória e de habilidades motoras. O comportamento hiperativo pode estar relacionado a uma perda da visão ou audição, a um problema de comunicação, como a incapacidade de processar adequadamente os símbolos e idéias que surgem, estresse emocional, convulsões ou distúrbios do sono.
Os pais da criança hiperativa merecem muita consideração. É preciso muita paciência – e vigor – para amar e apoiar a criança hiperativa em todos os desafios e frustrações inerentes à doença.
chá de camomila é sabidamente relaxante. Pode se dar uma dose na hora de dormir, conforme necessário.
Certas essências botânicas podem acalmar a criança hiperativa. O óleo de alecrim, sálvia, lavanda e camomila em 1/8 de xícara de azeite de oliva pode-se usar esse óleo aromático para esfregar os pés e coluna do seu filho na hora de dormir. Os índios norte-americanos usavam, tradicionalmente, o alecrim e a sálvia para relaxar a mente.
HOMEOPATIA É melhor consultar um homeopata para determinar um remédio constitucional para a criança hiperativa. Contudo, os remédios a seguir podem ajudar a aliviar os sintomas. Independente do remédio que escolher, a menos que indicado de outra forma, tente dar ao seu filho uma dose, três vezes ao dia, durante cinco dias.
Ortomolecular:
A ciência ortomolecular aponta às alergias alimentares, como sendo grande desencadeante de quase todas as condições psiquiátricas.
As alergias alimentares mais comuns encontrados em indivíduos com distúrbios de aprendizagem / comportamento são açúcares, produtos lácteos e trigo. Esses itens são freqüentemente encontrados na fórmula de bebê e alimentos para bebês.
Pesquisa sobre alergias alimentares indicam que:
- qualquer alimento pode produzir uma reação cerebral
- sensibilidade alimentar múltipla é comum
- produtos químicos no ambiente podem produzir reações alérgicas semelhantes, tais como inseticidas, hidrocarbonetos, sprays e perfumes, produtos de limpeza etc
- as reações e comportamentos são geralmente rotulados como sendo neuróticas ou emocionais
Terapia diária
Comprimidos com vitaminas e minerais não contendo cobre
Vitamina B3 (como niacinamida ou hexanicotinato inositol) – 500 mg a 1000 mg três vezes ao dia
Vitamina B6 – 100 mg uma vez por dia
Vitamina B9 (ácido fólico ou folato) – 1200 mcg uma vez por dia
Vitamina D – 1.000 UI UI para crianças 2000 – uma vez por dia, Adultos três vezes por dia
A vitamina C – 500 mg a 1000 mg três vezes ao dia
Zinco – 50 mg uma vez por dia
Selênio – 200 mcg uma vez por dia
Cálcio / magnésio – 300 mg Calcium/150 Mag mg três vezes por dia
Omega 3 ácidos gordos essenciais – 1 grama três vezes ao dia.
Estas são apenas algumas sugestões, para termos certeza é necessário realizar a consulta com avaliação por biorressonância
RECOMENDAÇÕES GERAIS Elimine conservantes e açúcar da dieta do sei filho. É o mais importante e primordial a fazer pela criança hiperativa. Para melhorar ainda mais, siga todas as recomendações sob Diretrizes Alimentares. Dê ao seu filho um suplemento líquido de cálcio e magnésio. Dê ao seu filho a erva chinesa bupleuro. Escolha um remédio homeopático específico para o sintoma do seu filho. Se não estiver satisfeito com os resultados, consulte um homeopata para descobrir um remédio constitucional. Busque terapia e experimente modificação comportamental. Essas disciplinas ajudam a criança a entender o problema contra o qual está lutando, a estabelecer metas e padrões e reconhecer e avaliar seu comportamento. Podem ser de grande valia. Esses programas ensinam controles internos que podem ser usados em várias situações. Seu filho aprenderá a oferecer recompensas pelos seus feitos e aprenderá a partir dos seus erros. Coopere com seu médico ou terapeuta para desenvolver programas de modificação comportamental. É importante que o programa seja claro, facilmente entendido e facilmente executado por todos que dele participam – pela criança bem como pelos adultos. É essencial que essas intervenções sejam realizadas com cautela e boa vontade, em um ambiente calmo e carinhoso. A criança deve participar com disposição. Certifique-se de que os dois tenham entendido que esses programas objetivam ajudar e não punir.
PREVENÇÃO Durante a gestação, mantenha a exposição a chumbo ambiental ao mínimo possível e elimine álcool. Os dois tem sido relacionados à hiperatividade. Não deixe que seu filho se exponha ao chumbo. As fontes mais comuns de exposição ao chumbo são tinta à base de chumbo, água potável e cerâmica mal esmaltada.
Claro que todas essas possibilidades devem antes ser checadas através de dados clínicos, anamnese completa, além de exames complementares, podendo incluir o eletro-escaneamento, microscopia e a biorressonância, para termos certeza das melhores opções terapêuticas. E também sem nos esquecermos dos fatores predisponentes, ou desencadeantes que levaram a este quadro clínico, o que pode requerer o acompanhamento de especialistas.
Fontes: http://www.orthomolecular.com/?ctr=illness&act=show&id=23
Depressão é um evento potencialmente viciante e pode ser agravado por drogas!
O que é Depressão?
É uma alteração significativa do estado de ânimo, qualificada mais recentemente como distúrbio do humor.
A principal diferença entre tristeza e depressão, não deveriam ser tanto a quantia de demais sintomas ou duração, mas principalmente o fato de que na tristeza a pessoa se dá conta de seu estado e tem forças para mudar a situação por si mesma, o mesmo não ocorrendo com a depressão.
As drogas usadas pela psiquiatria afetam os níveis de substâncias, chamadas de neurotransmissores, mas em geral essas alterações são secundárias, devido ao estado de humor, onde na maior parte das vezes a pessoa não busca um respaldo espiritual. O uso rotineiro de substâncias anti-depressivas, sem se corrigir a causa gera estados depressivos ainda mais acentuados e até suicídio.
Neurotransmissores:
O organismo produz serotonina a partir do aminoácido l-triptofano na presença da vitamina b6 (piridoxal-5-fosfato).
O ferro, o cromo, a vitamina c e o magnésio também ajudam a converter o triptofano em serotonina.
A dopamina possibilita a iniciativa para enfrentar desafios. Acredita-se que sua escassez possa resultar em depressão e o excesso em mania.
Estimular o humor no sentido antidepressivo através da alimentação significa aumentar a formação e a transmissão da serotonina, dopamina e noradrenalina, envolvendo a administração dos seus precursores : l-triptofano, l-fenilalanina e l-tirosina com o devido complemento de vitamina b6 e cromo.
Na depressão pode haver uma deficiência de vitamina b1, b3, b5, b6, b12, c, magnésio, zinco, ferro e cromo.
Cafeína, tabaco, álcool e açucar podem ser bastante problemáticos para pessoas propensas à depressão.
Outros sintomas são variáveis incluem:
- irritabilidade
- impaciência, raiva e hostilidade
- afastamento social
- choro
- perda ou ganho de peso
- perda de apetite ou excesso de guloseimas
- falta de concentração
- incapacidade de tomar decisões
- desinteresse pelo sexo
- sensação de impotência
- violentas mudanças de humor
- temor e ansiedade
- culpa
- sensibilidade às críticas
- lágrimas sem motivo aparente
- sentimento de inadequação
- mudanças no hábito de dormir
- desinteresse pelas pessoas e atividades antes consideradas importantes.
- sentimentos descontrolados de desesepero
Depressão prejudica seriamente as nossas capacidades e, geralmente, faz com que tenhamos uma visão mais negativa e pessimista da vida.
Diferenças:
O ansioso apoia-se no futuro por não perceber o passado, prevalesce o medo, enquanto o deprimido está inteiramente voltado em direção ao passado tendo mais sentimento de culpa.
- Quanto ao Tratamento:
Em termos de reserva energética envolvida, devemos nos determos com o estilo de vida sendo básicos o sono, alimentação, exercícios, libido e espiritualidade.
A psicoterapia pode ser indicada em casos de trauma psíquico crônico envolvido no desencadeamento da depressão, mas também passível de ser superada perfeitamente com a homeopatia, a acupuntura auricular, ou ainda a fitoterapia.
Claro que todas essas possibilidades devem antes ser checadas através de dados clínicos, anamnese completa, além de exames complementares, podendo incluir o eletro-escaneamento, microscopia e a biorressonância, para termos certeza das melhores opções terapêuticas. E também sem nos esquecermos dos fatores predisponentes, ou desencadeantes que levaram a este quadro clínico, o que pode requerer o acompanhamento de especialistas.
Referências:
Link relacionado: http://www.youtube.com/watch?v=Y1IDQO_KPv

